sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

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Toquei meu pescoço e me senti quente. (Não era febre). Pus a mão no peito e senti meu coração novamente. Isso é bom. É renovação. Cai na besteira de ler meus textos e vi que não escrevo mais de triste. Escrevo de vivo. De contente. De revoltado. De desejoso. De surpreso. De feliz. Escrevo para extravasar, por para fora. Escrevo para dividir com todos e não mais porque não quero aquilo dentro de mim. Escrevo por que gosto do que sinto agora. Quando me vir por ai me pare e converse comigo. Também estou escrevendo tudo isso no olhar.
Ganhei ao menos um sentimento mais forte que a quarta de cinzas. Esse é o que eu sei ate agora. Ou melhor, acabo de descobrir outro: Esperança. Uma esperança novinha só para mim. Que venham mais...
Eu quero tudo. O que mais poderia querer?

2 comentários:

samba disse...

tu escreve pricipalmente com um olhar fotográfico invasivo.
;)

André Bezerra disse...

eh pq eu sou meio fotografo as vzs...